CIESPI - Centro Internacional de Estudos e Pesquisas Sobre a Infância

INTRODUÇÃO

Esta seção apresenta dados de mudanças ao longo do tempo que são essenciais para o entendimento da condição das crianças no Brasil. Os dados provêm dos censos mais recentes, de 2000 e de 2010, bem como da PNAD/IBGE (Pesquisa Nacional de Domicílios), entre 2004 e 2014. 

O CIESPI considera vital o uso de todos os tipos de dados para o entendimento da condição de crianças e adolescentes no Brasil. Os dados também têm importância crítica para subsidiar a formulação de políticas públicas que proporcionem a essas crianças e adolescentes a oportunidade de se desenvolverem integralmente, como estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente. Nesse sentido, o CIESPI apresenta uma base de dados atualizada, com um conjunto de indicadores sobre as crianças no Brasil, mostrando as mudanças no bem-estar dessas crianças e adolescentes no período de dez anos.

Dados demográficos sobre a condição de crianças, adolescentes e suas famílias representam uma importante informação contextual para a análise de como aprimorar as políticas públicas que têm como alvo essas populações. Esses dados ressaltam a escala dos problemas e os grupos específicos de crianças, adolescentes e famílias mais afetados por questões particulares. Quando comparamos esses dados ao longo de, por exemplo, um período de dez anos, obtemos um quadro claro sobre as áreas em que as condições melhoraram e as áreas que ainda necessitam de atenção urgente. Dados desse tipo são importantes para o público interessado, entre eles profissionais do campo da mídia, de organizações governamentais, formuladores, gestores e executores de políticas públicas, assim como para o setor privado, organizações sem fins lucrativos, pesquisadores e estudantes. 

O CIESPI vem trabalhando em parceria com o Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, que desenvolveu um software chamado Data Zoom que, em conjunto com o software estatístico Stata, simplificou muito o processo de obtenção de dados específicos, de fontes como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desta forma, foram gerados dados de mudanças ao longo do tempo sobre indicadores-chave do bem-estar de crianças de 0-8 anos no Brasil. Nesta seção atualizada, há dados provenientes dos censos brasileiros de 2000 e de 2010, bem como da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD/IBGE). O Censo, que realiza a contagem de todas as pessoas de dez em dez anos, tem a vantagem de permitir análises mais detalhadas. A Pesquisa Nacional de Domicílios, que abrange um número muito menor de pesquisados, mas procura maximizar a probabilidade de ser representativa de todos, tem a vantagem de ser recente e é baseada em uma amostra da população a cada ano. 

A equipe do CIESPI lançou em 2016 a série Boletins de Pesquisa e Políticas Públicas e alguns boletins baseados nos dados já estão disponíveis na página eletrônica do CIESPI, no item publicações.

TENDÊNCIAS NA DEMOGRAFIA DE CRIANÇAS DE 0-8 ANOS DE IDADE NO BRASIL, 2004 E 2014

Nesta seção, apresentamos tendências com base nos dados da PNAD de 2004 e 2014. Nossos usuários poderão ver por si mesmos mudanças naqueles aspectos específicos da infância de seu maior interesse. Aqui mencionaremos apenas algumas tendências importantes.

No entanto, devemos salientar que, embora os motivos para mudanças em um indicador às vezes sejam bastante simples, por vezes eles são bastante complicados. Um tipo de complexidade está relacionado a uma causalidade multifatorial. Mudanças no índice de pobreza podem ser decorrentes de mudanças nos índices de emprego, nos salários mínimos, em programas sociais, bem como simplesmente da mudança na estrutura etária da população.

Outro tipo de complexidade ocorre quando uma mudança em uma variável resulta, pelo menos em parte, de uma mudança em uma segunda variável. Como exemplo de uma mudança complicada, podemos citar o percentual de crianças em domicílios onde o chefe da família está empregado baixou, apesar do forte crescimento econômico entre 2004 e 2014. O motivo para isso está no fato de que, embora todos os grupos de mulheres brasileiras tenham apresentado uma redução na fertilidade (ou no número de filhos que estão tendo), os grupos de renda mais alta apresentaram uma taxa mais alta de redução do que os grupos de renda mais baixa. Portanto, as crianças nos grupos de renda mais baixa representam um percentual mais alto entre todas as crianças. Os chefes de família nesses grupos têm taxas de desemprego mais altas e, assim, um percentual maior de todas as crianças vive em domicílios onde o chefe da família está desempregado. Como se pode ver a partir desse exemplo, algumas tendências exigem uma interpretação cautelosa.

 

Demografia 

Qualquer avaliação da condição das crianças deveria partir de simples fatos demográficos. O Brasil é há muito tempo um país em que um percentual crescente da população é jovem. Agora esse fato está mudando.

  • Entre 2004 e 2014, o percentual da população total do Brasil com idade entre 0-8 anos caiu de 8,2% para 6,6%.
  • Esses percentuais representam uma queda absoluta de 15,1 milhões para 13,4 milhões de crianças de 0-8 anos de idade. 

Essa mudança, decorrente de taxas de fertilidade muito mais baixas, terá grande impacto na economia do país, mas ela dá ao Brasil a oportunidade de, por exemplo, destrinchar suas várias crises previdenciárias, enquanto um grande percentual da população ainda está trabalhando, e ao mesmo tempo concentrar recursos em um número menor de crianças e jovens.

Um aspecto demográfico da maior importância é a estrutura familiar. O aumento no número de famílias cujo chefe é do sexo feminino está ocorrendo em muitos países e exerce impactos importantes na criação dos filhos e na renda familiar.

  • O percentual e o número de crianças de 0-8 anos no Brasil, em famílias chefiadas por mulheres aumentaram em todos os grupos de renda entre ≥ ½ salário mínimo per capita e entre ≥ 2 e ≤ 4 salários mínimos.  (Esse modo de informar a renda está descrito na seção sobre renda e pobreza, mais adiante).
  • Esse percentual subiu mais em famílias com a renda mensal per capita inferior a ½ salário mínimo, passando de 21% para 42% de todas essas crianças.
  • Em todos os grupos de renda informados, o aumento foi semelhante em cada região do país.
  • A taxa de aumento foi ligeiramente maior para crianças pretas e pardas do que para crianças brancas. 

 

Saúde

Uma das consequências de séculos de enorme desigualdade de renda é a condição de grave pobreza de comunidades de baixa renda. Essas condições vêm sendo há muito tempo exacerbadas pelo fato de muitas dessas comunidades não terem sido planejadas, não serem regularizadas e não disporem dos serviços urbanos mais básicos. 

Atualmente, apesar de anos de retórica sobre a melhoria das condições em comunidades de baixa renda, características tão cruciais como o saneamento básico ainda são inexistentes em muitos lugares, com sérias consequências para a saúde das crianças. A Pesquisa Nacional de Domicílios coleta dados sobre o acesso de um domicílio ao fornecimento de água, ao sistema de tratamento de esgoto e à coleta regular de lixo. O acesso ao sistema de esgoto representa um problema maior do que o acesso aos dois outros componentes do saneamento básico. Diferenças regionais quanto a essa variável são muito significativas. Os números dos censos de 2000-2010 revelam que as crianças pretas e pardas estão em situação muito pior do que as crianças brancas no que se refere ao acesso ao saneamento adequado. Vale ressaltar que na Pesquisa de Domicílios e no Censo, o acesso ao sistema de tratamento de esgoto inclui o acesso a um sistema de fossa séptica.

  • Entre 2004 e 2014, o percentual de crianças de 0-8 anos em domicílios com acesso a todos os três componentes do saneamento aumentou de 44,0% para 54,1%. Esse número mais recente ainda deixou 11,4 milhões dessas crianças vivendo em domicílios sem pelo menos um dos três elementos.
  • No norte, o percentual de crianças de 0-8 anos em domicílios com todos os três elementos aumentou de 5,6% para 13,9%. 
  • No sudeste, o percentual aumentou de 75,4% para 83,2%. 
  • Essas diferenças entre as regiões são em parte decorrentes de diferenças entre áreas urbanas e rurais.
  • Em 2014, enquanto 86,9% das crianças de 0-8 anos viviam em domicílios com coleta de lixo, e 81% viviam em domicílios com fornecimento de água, somente 56,1% viviam em domicílios com acesso a um sistema de tratamento de esgoto.

 

Educação

Na década de 2004 a 2014, houve grandes avanços no percentual de crianças de 0-4 anos que frequentavam creches. Esse avanço é importante à luz da ênfase que os pesquisadores educacionais atribuem à educação infantil , em especial para crianças de renda mais baixa e, particularmente, pelos efeitos positivos da socialização que auxiliam as crianças ao longo de sua formação escolar. Contudo, as diferenças regionais permaneceram acentuadas. As taxas de frequência escolar para crianças de 5-8 anos, que já eram altas, cresceram ainda mais. No entanto, esses registros de frequência não informam a luta pela implementação do ensino em tempo integral, nem as condições precárias de muitas escolas. Uma recente pesquisa com 132.000 alunos revelou que quase 70% estavam insatisfeitos com a qualidade de sua educação. (Citado em O Globo, 22 de setembro de 2016, Economia, p. 31, Paula Ferreira, Distante da escola dos sonhos). 

  • Entre 2004 e 2014, o percentual de crianças de 0-4 anos que frequentaram creches aumentou de 21,7% para 35,3%.
  • No norte, o percentual de crianças de 0-4 anos que frequentavam creches aumentou de 12,3% para 19,6%. No sudeste, esses números foram respectivamente de 25,0% e 41,2%.
  • Em 2014, 46,6% das crianças de 0-4 anos estavam frequentando creches na área metropolitana de São Paulo; 34,9% no Rio de Janeiro; e 26,7% em Belém. 
  • Em âmbito nacional, permaneciam diferenças pouco significativas em termos de raça, com as crianças brancas apresentando uma probabilidade ligeiramente maior de frequentar creches do que as crianças pretas e pardas, mas sem diferenças quanto ao gênero.
  • O percentual de crianças de 5-8 anos que frequentavam a escola aumentou em termos nacionais de 89,2% para 96,6%. 

 

Pobreza

A renda familiar é um determinante fundamental do bem-estar das crianças, com a pobreza podendo afetar muitos aspectos do desenvolvimento e, em crianças pequenas, até mesmo a própria estrutura do cérebro. Viver em comunidades de renda extremamente baixa acrescenta outros fatores estressantes para a criança em crescimento. O Brasil foi no passado um país com uma das distribuições de renda mais desiguais do mundo. Embora ele ainda tenha uma distribuição de renda muito desigual, sua classificação melhorou um pouco, graças à expansão da economia e de fortes programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, um benefício que vincula seu recebimento à frequência escolar dos filhos e a outros requisitos como, por exemplo, o de estar em dia com as vacinações infantis.

No Brasil, uma forma usual de calcular a renda é através do número de salários mínimos, per capita, por mês. Desse modo, a renda anual total do domicílio é dividida por 12, para se chegar a uma renda mensal, que é então dividida pelo número de pessoas residentes no domicílio para se chegar à renda per capita. Essas rendas são então classificadas em categorias do número de salários mínimos que elas representam. O percentual de crianças de 0-8 anos que vivem em domicílios com a renda mensal per capita abaixo de ½ salário mínimo sofreu uma discreta redução de 48% para 42%. Essa mudança ainda deixa 10,5 milhões de crianças vivendo nesse tipo de domicílio.

Vale ressaltar que em 2016 o salário mínimo federal estava fixado em R$ 880,00, ou cerca de US$ 267. A equivalência em US$ é, naturalmente, afetada pela taxa de câmbio; e, em meados de 2016, o valor do dólar estava bem alto em relação ao do real. Deveríamos também salientar que, em meados de 2015, a prolongada expansão da economia brasileira entrou em forte declínio, em consequência, entre outros aspectos, da redução de exportações para a China, de esforços para controlar a inflação, de cortes orçamentários significativos provocados por um déficit do orçamento federal e de graves crises políticas internas. Nós estimamos, portanto, que os números referentes a rendas informados adiante estariam em pior situação hoje.

  • Houve um leve aumento nos percentuais de crianças de 0-8 anos que vivem em domicílios com a renda mensal per capita entre ≥ ½ e ≤ 1 salário mínimo e entre ≥ 1 e ≤ 2 salários mínimos.
  • O percentual de crianças de 0-8 anos que vivem em domicílios com a renda mensal per capita entre ≥ 2 e ≤ 4 salários mínimos apresentou uma leve redução. 
  • Esses salários por domicílio variam consideravelmente segundo a região. Em 2014, por exemplo, o percentual de crianças que viviam em domicílios com a renda per capita inferior a ½ salário mínimo variava de 64% no nordeste para 25% no sul.

 

Emprego

Naturalmente, a pobreza reflete os índices de emprego e também se o emprego de uma pessoa é no setor formal ou no informal. O emprego no setor informal geralmente representa salários mais baixos e ausência de benefícios. 

  • Entre 2004 e 2014, o percentual de crianças de 0-8 anos em domicílios onde pelo menos um adulto estava empregado permaneceu constante, em 94%.
  • O percentual dessas crianças em domicílios onde pelo menos uma pessoa estava empregada no setor formal subiu de 49,7% para 58,6%. 
  • O percentual de crianças pretas e pardas de 0-8 anos em domicílios em que pelo menos uma pessoa estava empregada no setor formal subiu de 42,0% para 51,7%. Para crianças brancas da mesma categoria, a taxa aumentou de 57,8% para 66,6%. 
  • O emprego no setor formal em domicílios com pelo menos uma criança de 0-8 anos foi mais alto no sul em 2014 registrando 70,8% e mais baixo no nordeste, com 41,7%.

NOTAS TÉCNICAS

Como descrito na introdução, esta base de dados contém dados provenientes dos Censos federais de 2000 e 2010, bem como das Pesquisas Nacionais de Domicílios (PNAD) de 2004 e 2014, ambos conduzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa de domicílios é uma estimativa probabilística da população. Trata-se de uma estimativa que, através de técnicas de amostragem, procura ser representativa da população total para cada unidade geográfica informada. A pesquisa é conduzida uma vez por ano para a maioria das questões, mas com frequência trimestral para algumas das perguntas relacionadas à mão de obra.

O Censo é realizado de dez em dez anos. Logo, os dados mais recentes agora disponíveis são os do ano de 2010. Como os dados vão aos poucos se desatualizando entre os anos dos censos, o IBGE também realiza todos os anos uma pesquisa de domicílios por amostragem, que é conhecida como PNAD. Os participantes da Pesquisa de Domicílios são escolhidos de modo que torne a amostragem, tanto quanto possível, representativa da população como um todo. Contudo, ela é uma estimativa probabilística da população; e, desse modo, há uma margem de erro entre os resultados da amostragem e o que um censo da população teria revelado. O IBGE informa as margens de erro. Quando uma tabela cobre múltiplas variáveis, como raça por sexo, por idade, a margem de erro pode tornar os números pouco confiáveis. Nas tabelas e gráficos que reproduzimos, a margem de erro está dentro de uma faixa aceitável. Quanto maior a amostragem, maior sua confiabilidade para representar a população. Em 2004, a pesquisa geral da PNAD cobriu uma amostragem de 399.354 pessoas em 139.157 domicílios. Em 2014, a amostragem incluiu 362.627 pessoas em 151.291 domicílios.

Definição de variáveis complexas

  1. Acesso a esgoto - O domicílio está ligado ao sistema geral de tratamento de esgoto ou a uma fossa séptica.
  2. Acesso ao fornecimento de água - Pelo menos um cômodo do domicílio está ligado ao fornecimento de água do município.
  3. Acesso à coleta de lixo - O domicílio é servido por coleta direta de lixo ou deposita o lixo em uma caçamba de um serviço de coleta de lixo. Vale ressaltar que, embora oficialmente esse tipo de serviço esteja disponível, na prática o lixo costuma ficar acumulado em bairros de renda mais baixa. 
  4. Crianças na escola - Até muito recentemente, embora a frequência escolar fosse compulsória, a maioria das crianças, tanto em escolas públicas como em particulares, comparecia à escola por meio período, com as escolas às vezes oferecendo três turnos de ensino a cada dia para grupos diferentes de alunos. O Plano Nacional de Educação, promulgado em 2014, estipulava a implantação do ensino integral para 25% dos alunos do ensino médio até 2024, e um grande esforço está sendo feito para fazer cumprir essa lei. O Plano Nacional também prevê a universalização do ensino para crianças de 4-5 anos. Enquanto isso, 20% dos estudantes frequentam escolas particulares, e até a recessão econômica esse percentual estava crescendo. Nos últimos anos, porém, sob o impacto das crises econômicas, esse percentual caiu. 
  5. Cor - Os brasileiros usam cinco cores para distinguir seu grupo racial/étnico: branco, preto, pardo, amarelo e indígena. A maioria dos dados de resumos informa brancos incluindo amarelos; e pretos incluindo pardos e indígenas. Deve-se ressaltar que muitos consideram o termo pardo uma forma intencional de designar a mestiçagem e que mais de 40% dos brasileiros declararam pertencer a esse grupo.
  6. Renda - No Brasil, o modo mais usual de informar a renda familiar é o da renda total mensal por domicílio, per capita. O valor é em geral informado como uma fração ou um múltiplo do salário mínimo.
  7. As grandes regiões do Brasil - O Brasil é dividido em termos geopolíticos em cinco regiões (também chamadas de macrorregiões), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cada região é composta de três estados ou mais. Embora tenha reconhecimento oficial, a divisão é basicamente acadêmica e se fundamenta em fatores geográficos, sociais e econômicos, entre outros. Ela é, entretanto, útil para gerar amplas comparações, com base na geografia, de um lado a outro do país. 
  8. Salário mínimo - No Brasil, o salário mínimo foi criado em 1940 por meio do Decreto-Lei 2.162. Em 1984, com o objetivo de reduzir disparidades existentes nos valores entre as regiões e entre categorias profissionais, ele foi aplicado a todos os estados. O salário mínimo é reajustado anualmente por conta da inflação. Esse salário aplica-se somente aos trabalhadores do setor formal. Mais de 40% dos trabalhadores estão no setor informal, e seus empregadores não estão sujeitos ao patamar do salário mínimo. Cinco estados, entre os quais o Rio de Janeiro e São Paulo, estabelecem um salário mínimo maior que o salário federal. O salário mínimo atual (2016) é de R$ 880,00, que, à taxa de câmbio atual, corresponde a US$267. Observe-se que o nível atual do real em comparação com o dólar está baixo pelos padrões recentes. 

LISTA DAS TABELAS PNAD 2004-2014

Demografia

1. Crianças no Brasil, de 0-4 e 5-8 anos, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

2. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, por categoria de renda domiciliar per capita mensal por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

3. Número médio de residentes em domicílios com crianças  de 0-8 anos, por categoria de renda domiciliar per capita mensal para Brasil, Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (2004 e 2014)

4. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios cujo chefe é do sexo feminino, por categoria de renda domiciliar per capita mensal, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

5. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios cujo chefe é do sexo feminino, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

 

Saúde

1. Crianças de 0-8 anos vivendo em domicílios com todos os três elementos de saneamento por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (esgoto, água encanada e coleta de lixo) (2004 e 2014)

2. Crianças de 0-8 anos vivendo em domicílios sem um dos três elementos de saneamento por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (esgoto, água encanada e coleta de lixo) (2004 e 2014)

3. Crianças de 0-8 anos vivendo em domicílios com acesso a cada elemento de saneamento por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (esgoto, água encanada e coleta de lixo) (2004 e 2014)

4. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios sem acesso a cada elemento de saneamento por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (esgoto, água encanada e coleta de lixo) (2004 e 2014)

 

Educação

1. Crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creches ou pré-escola, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

2. Crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creches ou pré-escola, por sexo, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

3. Crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

4. Crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola, por sexo, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

 

Pobreza

1. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita é de 0 a ½ salário mínimo, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

2. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita é de ½ a 1 salário mínimo, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

3. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita é de 1 a 2 salários mínimos, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

4. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita é de 2 a 4 salários mínimos, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

 

Emprego

1. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que pelo menos um adulto está empregado, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

2. Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que pelo menos um adulto está empregado no setor formal ou informal, por cor, por Grandes Regiões e 10 regiões metropolitanas (mil) (2004 e 2014)

LISTA DOS GRÁFICOS PNAD 2004-2014

Demografia

1. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, por Grandes Regiões e por ano (2004 e 2014)

2. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, por Grandes Regiões e por ano (2004 e 2014)

3. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, por cor e por Grandes Regiões – 2004 

3a. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, por cor e por Grandes Regiões – 2014

4. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, por cor e por Grandes Regiões – 2004 

4a. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, por cor e por Grandes Regiões – 2014

5. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, por categoria de renda domiciliar per capita mensal e por Grandes Regiões – 2004

5a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, por categoria de renda domiciliar per        capita mensal e por Grandes Regiões – 2014

6. Número médio de residentes em domicílios com crianças de 0-8 anos, por categoria de renda domiciliar per capita mensal e por Grandes Regiões – 2004

6a. Número médio de residentes em domicílios com crianças de 0-8 anos, por  categoria de renda domiciliar per capita mensal e por Grandes Regiões – 2014

7. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios cujo chefe é do sexo feminino, por categoria de renda domiciliar per capita mensal e por Grandes Regiões – 2004

7a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios cujo chefe é do sexo feminino, por categoria de renda domiciliar per capita mensal e por Grandes Regiões – 2014

8. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios cujo chefe é do sexo feminino, por cor e por Grandes Regiões – 2004

8a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios cujo chefe é do sexo feminino, por cor e por Grandes Regiões – 2014

 

Saúde

1. % de crianças, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com todos os três elementos de saneamento por ano (2004 e 2014) (esgoto, água encanada e lixo)

2. % de crianças, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com acesso a esgoto por ano (2004 e 2014)

3. % de crianças, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com acesso à agua encanada por ano (2004 e 2014)

4. % de crianças, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com acesso à coleta de lixo por ano (2004 e 2014)

 

Educação

1. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creches ou pré-escolas por cor e Grandes Regiões – 2004

1a. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creches ou pré-escolas por cor e Grandes Regiões – 2014

2. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creches ou pré-escolas por sexo e Grandes Regiões – 2004

2a. % de crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creches ou pré-escolas por sexo e Grandes Regiões – 2014

3. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola por cor e Grandes Regiões – 2004

3a. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola por cor e Grandes Regiões – 2014

4. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola por sexo e Grandes Regiões – 2004

4a. % de crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola por sexo e Grandes Regiões – 2014

 

Pobreza

1. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita mensal é menor de que ½ salário mínimo, por cor e por Grandes Regiões – 2004 

1a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita mensal é menor de que ½ salário mínimo, por cor e por Grandes Regiões – 2014 

2. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita mensal é de ½ a 1 salário mínimo, por cor e por Grandes Regiões – 2004 

2a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda domiciliar per capita mensal é de ½ a 1 salário mínimo, por cor e por Grandes Regiões – 2014 

3. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda per capita mensal é de 1 a 2 salários mínimos, por cor e por Grandes Regiões – 2004 

3a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda per capita mensal é de 1 a 2 salários mínimos, por cor e por Grandes Regiões – 2014 

4. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda per capita mensal é de 2 a 4 salários mínimos, por cor e por Grandes Regiões – 2004

4a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que a renda per capita mensal é de 2 a 4 salários mínimos, por cor e por Grandes Regiões – 2014 

 

Emprego

1. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que pelo menos um adulto está empregado, por cor, por Grandes Regiões – 2004

1a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que pelo menos um adulto está empregado, por cor, por Grandes Regiões – 2014

2. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que pelo menos um adulto está empregado no setor informal, por cor, por Grandes Regiões – 2004

2a. % de crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios em que pelo menos um adulto está empregado no setor informal, por cor, por Grandes Regiões – 2014

LISTA DAS TABELAS CENSO 2000-2010

Demografia

1- População total do Brasil, por grandes regiões e nas 7 maiores cidades (milhões) (2000 e 2010);

2- População de crianças no Brasil, por grandes regiões e nas 7 maiores cidades (2000 e 2010);

3- População do Brasil (total e de crianças), por grandes regiões e nas 7 maiores cidades (2000 e 2010);

4- População do Brasil (total e de crianças), por grandes regiões e nas 7 maiores cidades (por gênero) (2000 e 2010).

 

Saúde

1- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com esgoto/agua encanada/coleta de lixo (2000 e 2010);

2- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo sem domicílios com esgoto/agua encanada/coleta de lixo (2000 e 2010);

3- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com todos os três elementos de saneamento (esgoto/agua encanada/coleta de lixo) (2000 e 2010);

4- Crianças do Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com (por grandes regiões) (esgoto/agua encanada/coleta de lixo) (2000 e 2010);

5- Crianças do Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios sem (por grandes regiões) (esgoto/agua encanada/coleta de lixo) (2000 e 2010);

6- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com todos os três elementos de saneamento (por grandes regiões) (esgoto/agua encanada/coleta de lixo) (2000 e 2010);

7- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com (por cor) esgoto/agua encanada/coleta de lixo (2000 e 2010);

8- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios sem (por cor) esgoto/agua encanada/coleta de lixo (2000 e 2010);

9- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com todos os três elementos de saneamento (por cor) (esgoto/agua encanada/coleta de lixo) (2000 e 2010);

10- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios com (nas 7 maiores cidades) com esgoto/agua encanada/coleta de lixo e todos os elementos conjuntamente (2000 e 2010);

11- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios sem (nas 7 maiores cidades) com esgoto/agua encanada/coleta de lixo e todos os elementos conjuntamente (2000 e 2010).

 

Educação

1- Crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creche ou escola (por grandes regiões) (2000 e 2010);

2- Crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola (por grandes regiões) (2000 e 2010);

3- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, em creche ou escola (7 maiores cidades) (2000 e 2010);

4- Crianças no Brasil, de 0-4 anos, em creche ou escola (por cor) (2000 e 2010);

5- Crianças no Brasil, de 5-8 anos, na escola (por cor) (2000 e 2010).

 

Pobreza

1- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde a renda per capita mensal (2000 e 2010);

2- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde a renda per capita mensal (por grandes regiões) (2000 e 2010);

3- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde a renda per capita mensal (nas 7 maiores cidades) (2000 e 2010).

 

Emprego

1- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde o chefe da família está empregado (2000 e 2010);

2- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde o chefe da família está empregado no setor formal (2000 e 2010);

3- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde o chefe da família está empregado (por cor) (2000 e 2010);

4- Crianças no Brasil, de 0-8 anos, vivendo em domicílios onde o chefe da família está empregado (por grandes regiões) (2000 e 2010).

Para mais informações

Para mais informações, entre em contato com Maria Cristina Bó em O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou Malcolm Bush em O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

As estatististicas usadas nas tabelas e gráficos foram desenvolvidas para o CIESPI pela equipe da Data Zoom do Departamento de Economia da Universidade Pontifícia Catolica do Rio de Janeiro. 

Para maioires informações sobre o Programa Data Zoom e o IBGE acessar respectivamente:

www.econ.puc-rio.br/datazoom/english/

www.ibge.gov.br

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