Em andamento

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INFÂNCIA SEM VIOLÊNCIA: UMA META PARA O RIO

Este projeto, em parceria com a Fundação Bernard van Leer, tem como proposta pesquisar e colocar em ação estratégias visando à redução da violência e à melhoria dos contextos de moradia de crianças pequenas (0 a 8 anos) que vivem em bairros/comunidades de baixa renda, bem como a ampliação de oportunidades para o seu desenvolvimento integral.

O foco sobre as crianças nos primeiros anos de vida é de fundamental importância para o seu desenvolvimento em todos os ciclos da vida. A equipe do CIESPI/PUC-Rio vem atuando no sentido de priorizar a primeira infância, de forma articulada com organizações em todo o país por meio da Rede Nacional Primeira Infância - RNPI.

O projeto compreende os seguintes eixos de pesquisa e ação:

1. Implementação do Plano Municipal pela Primeira Infância do Rio de Janeiro, (PMPI) - Política pública com foco sobre a primeira infância;

2. Espaços seguros (locais seguros fora de casa para crianças pequenas frequentarem em suas localidades de moradia);

3. Aprimoramento da produção e divulgação de indicadores e informações relevantes sobre a primeira infância;

4. Fatores externos e internos que afetam o cuidado familiar (fatores que afetam as famílias no cuidado de seus filhos e possibilidades de suporte aos pais);

5. Família e trabalho: Oportunidades de melhor inserção e posicionamento no mundo do trabalho;

6. Contrastes: infância e cidade - metodologias de escuta.

O projeto tem como campo de estudo duas localidades do município do Rio de Janeiro caracterizadas como de baixa renda: Rocinha, na zona sul e Parada de Lucas, na zona norte.

As pesquisas e ações foram iniciadas em dezembro de 2014 e tem a duração de 3 anos. Os eixos 1, 2 e 3 foram desenvolvidos ao longo de 2015 e 2016. Os eixos 4, 5 e 6, bem como a continuidade dos demais, estão em curso desde o início de 2017.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - DSS/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Assistente de coordenação executiva: Claudia Mendes - CIESPI/PUC-Rio
Consultor internacional: Malcolm Bush - Loyola University of Chicago; CIESPI/PUC-Rio

Pesquisa / Articulação comunitária
Cynthia Ozon Boghossian - CIESPI/PUC-Rio
Renata Tavares - CIESPI/PUC-Rio
Eliane Gomes Borges - CIESPI/PUC-Rio
Cristina Laclette Porto - CIESPI/PUC-Rio
Nathercia Lacerda - CIESPI/PUC-Rio
Antonio Firmino - CIESPI/PUC-Rio
Luis Vicente Barros - CIESPI/PUC-Rio
Renata Brasil - CIESPI/PUC-Rio
Juliana Batistuta Vale - CIESPI/PUC-Rio

Jovens atuantes - Moradores da Rocinha
Kinda Martins Firmino
Juliana Pinheiro Lima
Júlia Rocha da Silva
Pedro Paulo da Silva Santos
Lucas Velasco de Oliveira

Bolsistas
Thamara Maia - CIESPI/PUC-Rio; PIBIC
Luisa Dias - CIESPI/PUC-Rio

Ações 2017.

Ações 2016.

CONHECER PARA CUIDAR

                              

                             Edital de Chamamento Público CONANDA/MDH 001/2017

O presente projeto tem como objetivo realizar um levantamento de dados quantitativos e qualitativos sobre crianças e adolescentes em situação de rua e em acolhimento institucional com trajetória de vida nas ruas, tendo como referência as dezessete cidades brasileiras com mais de 1 milhão de habitantes. São elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte, Manaus, Curitiba, Recife, Porto Alegre, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas, São Luís, São Gonçalo e Maceió.

Para tanto, o projeto realizará três pesquisas complementares:
1) Levantamento nos serviços públicos e privados que atendem crianças e adolescentes em situação de rua;
2) Levantamento do perfil amostral de crianças e adolescentes em situação de rua;
3) Levantamento do perfil amostral de crianças e adolescentes em serviços de acolhimento institucional, com trajetória de vida nas ruas.

Além da pesquisa de campo, o projeto reunirá em um grupo de trabalho organizações especialistas no acolhimento institucional de crianças e adolescentes em situação de rua, para, a partir da Resolução n° 001/2016 CONANDA/CNAS, formular um guia metodológico e de boas práticas para subsidiar as equipes profissionais nas unidades de acolhimento institucional que atendem essa população.
Com isso, visamos colaborar na construção de subsídios para a qualificação dos fluxos de atendimento e a elaboração de estratégias de articulação entre os operadores do Sistema de Garantia de Direitos no atendimento a esta população, contribuindo para o desenvolvimento, a implementação e o monitoramento de políticas públicas.

Este projeto trata-se de uma parceria com a Associação Beneficente O Pequeno Nazareno, que atende crianças e adolescentes em situação de rua em Fortaleza, Recife e Manaus com serviços de abordagem social de rua, acolhimento institucional e trabalho de fortalecimento de vínculos. Esta é uma das organizações cofundadoras da Campanha Nacional Criança Não é de Rua, atuante desde 2005.

Equipe:
Coordenadora
Irene Rizzini (Professora do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio e diretora do CIESPI/PUC-Rio)
Coordenadora executiva
Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Pesquisadoras
Renata Brasil - CIESPI/PUC-Rio
Juliana Batistuta Vale - CIESPI/PUC-Rio

POLÍTICAS PÚBLICAS E OS DESAFIOS DA IMPLEMENTAÇÃO: ANÁLISE DO CASO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RUA NO RIO DE JANEIRO

O projeto, realizado com o apoio da FAPERJ, tem como objetivo analisar os processos que facilitam ou dificultam a implementação de políticas públicas com foco sobre a população infantil e adolescente, tendo como estudo de caso a Política de Atendimento a Crianças e Adolescentes em Situação de Rua (Deliberação CMDCA 763/2009). A pesquisa é coordenada pela professora Irene Rizzini, do departamento de Serviço Social da PUC-Rio (DSS/PUC-Rio), com apoio FAPERJ (CNE, Cientista do Nosso Estado, 2014-2017; FAPERJ Ref. N° E-26/201.274/2014).

A análise vem sendo desenvolvida a partir de atividades de pesquisa em dois eixos principais:

1- Base de Dados Bibliográficos: Levantamento e análise da literatura nacional e internacional sobre população infantil e adolescente em situação de rua no período de 2000 a 2015;

2- Prioridades em Políticas Públicas: Análise das propostas de políticas públicas e ações voltadas para este segmento populacional no Brasil e uma análise das políticas e ações em curso no município do Rio de Janeiro. O estudo está sendo realizado com base em entrevistas com gestores das políticas públicas, atores da sociedade civil e com parte da população infantil e juvenil em situação de rua.

A partir de um extenso levantamento da produção acadêmica sobre população infantil e adolescente em situação de rua no Brasil, lançamos a base de dados bibliográficos “População infantil e adolescente em situação de rua no Brasil - Produção acadêmica (2000-2015)”, desenhada de forma a facilitar a busca e permitir acesso ágil aos textos, resumos e análises de tendências e temas que se destacaram no período.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - DSS/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Assistente de coordenação executiva: Claudia Mendes - CIESPI/PUC-Rio

Pesquisa
Renata Brasil - CIESPI/PUC-Rio
Adriana Alice Gomes - CIESPI/PUC-Rio

Bolsistas
Aline Rastelli - DSS/PUC-Rio, Iniciação Científica PIBIC/CNPq
Julia de Castilho Ramos - DSS/PUC-Rio, FAPERJ

Ações 2017.

MONITORAMENTO DOS PROCESSOS DE PARTICIPAÇÃO INFANTIL EM POLÍTICAS E PROGRAMAS DE PROTEÇÃO À INFÂNCIA NO CANADÁ E EM ÂMBITO INTERNACIONAL

O projeto é desenvolvido em parceria com a Ryerson University, Canadá.

Internacionalmente, esforços de proteção a crianças e adolescentes nunca foram tão urgentes, seja em função da mudança climática, seja devido à crescente militarização e ao consequente aumento dos fluxos migratórios. Nesses contextos, crianças são geralmente as mais vulneráveis. A Convenção dos Direitos da Criança das Nações Unidas (1989) afirma que as crianças devem participar tanto na elaboração de leis nacionais e regionais quanto nos programas que visam promover seu bem-estar. No entanto, a maioria dos serviços de proteção às crianças e aos adolescentes apresenta uma abordagem hierárquica que não os inclui no processo de definição de suas políticas e práticas.

Certamente, esse processo excludente, que silencia as perspectivas de crianças e adolescentes sobre suas próprias vidas acaba limitando os resultados dos programas de proteção. Diante desse cenário, esse projeto busca explorar novas abordagens que possibilitem aprofundar a compreensão da participação infantil – e, consequentemente, sua implementação bem-sucedida – e um efetivo monitoramento dos sistemas de proteção da infância, além de subsidiar políticas e ações em âmbitos nacional e internacional.

Esta pesquisa visa contribuir para que adultos e instituições incluam as perspectivas de crianças e adolescentes nestes processos e tem como foco o monitoramento de sua participação no âmbito dos programas de proteção à infância.

O projeto engloba a atuação conjunta de pesquisadores brasileiros e internacionais. Nesse sentido, a International and Canadian Child Rights Partnership (ICCRP) foi criada para desenvolver uma parceria multisetorial. A equipe do projeto conta com 10 parceiros (ONGs internacionais e nacionais, instituições relacionadas à promoção dos Direitos Humanos, e instituições de pesquisa em 4 países) e 7 Universidades em 5 países. Tem, ainda o compromisso de contar com a participação de um comitê jovem que dialoga com a equipe de pesquisadores.

O estudo está sendo desenvolvido em 3 fases, com os seguintes objetivos:

1- Identificar conceitos de monitoramento de participação infantil no âmbito da proteção internacional à infância por meio da análise documental e de entrevistas;

2- Analisar e descrever contextos específicos de processos de monitoramento de participação infantil a partir de estudos de caso no Canadá, Brasil, China e na África do Sul;

3- Analisar as relações entre participação infantil e os impactos dos programas de proteção à infância.

A fim de alcançar esses objetivos, a estratégia metodológica adotada por essa pesquisa está fundamentada em estudos de caso em quatro países com a participação de crianças e atores-chave tanto no trabalho de campo quanto na análise dos dados.

Equipe

Coordenação internacional: Tara Collins – Ryerson University
Coordenação nacional: Irene Rizzini – DSS/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó CIESPI/PUC-Rio

Pesquisa:
Jana Tabak – IRI/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio
Eduarda Sampaio – CIESPI/PUC-Rio

Ações 2017.

CENTRO LÚDICO ROCINHA - PONTO DE CULTURA

O Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha (mais conhecido como Centro Lúdico da Rocinha) é um Ponto de Cultura criado e desenvolvido através da parceria entre o CIESPI /PUC-Rio – e profissionais e jovens da Rocinha, atuantes nas áreas da cultura, da educação e da saúde. Tem como objetivo construir, de forma coletiva, um espaço de discussão e ação que valorize a história, a memória, a cultura e a prática educacional da Rocinha, tendo a ludicidade e a liberdade de criação como eixos.

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Perspectivas e ações 2018

A equipe inicia a terceira etapa do projeto que inclui rodas de prosa, rodas de brincar, edição de vídeos de curta duração a partir do material audiovisual já digitalizado e a confecção de objeto lúdico.
Nesse ano de 2018, intensifica-se a participação no Fórum dos Pontos de Cultura RJ com vistas à aprovação da Lei Cultura Viva do Estado do Rio de Janeiro, em pauta para votação na Assembleia Legislativa RJ, e nos debates relativos aos programas culturais dos pré-candidatos às eleições.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - PUC-Rio/DSS; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Assistente de coordenação executiva: Claudia Mendes - CIESPI/PUC-Rio

Coordenação técnica: Nathercia Lacerda - CIESPI/PUC-Rio
Articulação Político-Cultural: Antonio Carlos Firmino - CIESPI/PUC-Rio
Mediação Cultural Rocinha: Lucas Pablo Silvestre de Oliveira
Mediação Cultural Rocinha: Maria da Paz Macedo Pereira
Mediação Cultural Rocinha: Maria Marta Diniz da Silva

Histórico

Desde 2005 faz parte do Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura. Com participação ativa no Fórum dos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro, atua no sentido da valorização das práticas cotidianas, enquanto produtoras de ações coletivas desenvolvidas com base na solidariedade, que possam influenciar políticas que respondam às questões locais e também da cidade como um todo. Nessa rede nacional, atua para que a política de cultura seja integrada com as demais áreas, seja contínua e que tenha alcance e impacto mais amplos, contemplando a defesa e a garantia dos direitos.
Em 2014, passa a fazer parte da Rede Carioca de Pontos de Cultura com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura.

Ações 2017

Ações 2016

LUDICIDADE DA MEMÓRIA - PONTO DE MEMÓRIA

O CIESPI PUC-Rio tornou-se um Ponto de Memória em 2012 através do EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N° 9, de 13 DE OUTUBRO DE 2011 PRÊMIO PONTOS DE MEMÓRIA 2011. A partir de então, passou a desenvolver a linha de ação e pesquisa intitulada “Ludicidade da memória”. Ao longo dos anos, desenvolve diferentes atividades que promovem um diálogo permanente entre a memória e a ludicidade. A opção pela montagem de exposições tem sido o principal canal para a interação com o público, abordando diferentes temas. A participação na Rede de Pontos de Memória e na Rede de Museologia Social tem sido permanente.

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Em 2018, o projeto Ludicidade da Memória terá especial conexão com o projeto Rocinha Lúdica através do processo de realização de 3 vídeos que abordarão temas como: memória da água na Rocinha, o samba que canta a Rocinha e caminhadas brincantes.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - PUC-Rio/DSS; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Pesquisa / Articulação comunitária
Nathercia Lacerda - CIESPI/PUC-Rio
Antônio Carlos Firmino – CIESPI/PUC-Rio

Histórico

O projeto Ludicidade da Memória: práticas museais no Horto e na Rocinha objetiva compartilhar o percurso realizado pelo CIESPI através dos projetos Rede Brincar e Aprender e Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha, desenvolvidos em parceria com pessoas e instituições de quatro comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro – Rocinha, Horto, Santa Marta e Mangueira de Botafogo. Destacamos que na Rocinha e no Horto as ações ligadas a brinquedotecas comunitárias desencadearam práticas museais que deram suporte para a criação do Museu Sankofa e do Museu do Horto. A intenção é valorizar um processo que vem aglutinando pessoas, histórias, práticas colaborativas e memórias que propiciaram a criação de um acervo de brinquedos, imagens, depoimentos e relatórios construídos na convivência com grupos locais.

Ações 2017

Ações 2012 a 2016