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CONHECER PARA CUIDAR

                              

                                 Edital de Chamamento Público CONANDA/MDH 001/2017

O presente projeto tem como objetivo realizar um levantamento de dados quantitativos e qualitativos sobre crianças e adolescentes em situação de rua e em acolhimento institucional com trajetória de vida nas ruas, tendo como referência as dezessete cidades brasileiras com mais de 1 milhão de habitantes. São elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte, Manaus, Curitiba, Recife, Porto Alegre, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas, São Luís, São Gonçalo e Maceió.

Para tanto, o projeto realizará três pesquisas complementares:
1) Levantamento nos serviços públicos e privados que atendem crianças e adolescentes em situação de rua;
2) Levantamento do perfil amostral de crianças e adolescentes em situação de rua;
3) Levantamento do perfil amostral de crianças e adolescentes em serviços de acolhimento institucional, com trajetória de vida nas ruas.

Além da pesquisa de campo, o projeto reunirá em um grupo de trabalho organizações especialistas no acolhimento institucional de crianças e adolescentes em situação de rua, para, a partir da Resolução n° 001/2016 CONANDA/CNAS, formular um guia metodológico e de boas práticas para subsidiar as equipes profissionais nas unidades de acolhimento institucional que atendem essa população.
Com isso, visamos colaborar na construção de subsídios para a qualificação dos fluxos de atendimento e a elaboração de estratégias de articulação entre os operadores do Sistema de Garantia de Direitos no atendimento a esta população, contribuindo para o desenvolvimento, a implementação e o monitoramento de políticas públicas.
Este projeto trata-se de uma parceria com a Associação Beneficente O Pequeno Nazareno, que atende crianças e adolescentes em situação de rua em Fortaleza, Recife e Manaus com serviços de abordagem social de rua, acolhimento institucional e trabalho de fortalecimento de vínculos. Esta é uma das organizações cofundadoras da Campanha Nacional Criança Não é de Rua, atuante desde 2005.

Ações 2018

Equipe:

Coordenação
Projeto: Manoel Torquatto (OPN/Fortaleza-CE)
Pesquisa: Irene Rizzini (DSS/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio)
Coordenação executiva
Maria Cristina Bó (CIESPI/PUC-Rio)
Pesquisa
Renata Brasil (CIESPI/PUC-Rio)
Juliana Batistuta Vale (CIESPI/PUC-Rio)

TÔ GRÁVIDA, E AGORA? VOZES DE JOVENS EM CONTEXTOS DE VULNERABILIDADE

O projeto é desenvolvido com apoio da Associação Beneficente São Martinho

O projeto “Tô grávida, e agora?” teve início no segundo semestre do ano de 2016, após uma série de atividades realizadas pelo CIESPI/PUC-Rio incluindo a organização do seminário “Maternidade Adolescente e Jovem no Contexto das Ruas” (abril de 2016) e a publicação do boletim de pesquisa “Gravidez na adolescência e maternidade no contexto das ruas” (junho de 2016). Baseado em uma parceria de muitos anos entre o CIESPI/PUC-Rio e a Associação Beneficente São Martinho, o projeto foi intitulado, inicialmente, de “Gravidez e Maternidade de Adolescentes e Jovens em Situação de Rua”. Entre setembro e outubro de 2016, organizamos encontros com adolescentes grávidas e/ou mães com trajetórias de vida nas ruas, visando entender um pouco mais de sua realidade e ouvir suas demandas.

Em paralelo a este movimento, a Rede Rio Criança (em parceria com a ONG Kyio e o Ponto de Cultura Madame Satã) lançou o concurso audiovisual “Posso Falar?”, com o objetivo de sensibilizar para as questões relacionadas ao contexto das ruas e estimular a participação das crianças e adolescentes. Assim, surgiu a ideia de produzirmos um vídeo contando um pouco da experiência de vida das meninas. À época, utilizamos a pergunta geradora/provocadora: “Tô grávida, e agora?”. Esta pergunta tornou-se o nome do filme, que alcançou o primeiro lugar no referido concurso, e também se tornou o nome do projeto, a partir de então.

Dando seguimento as atividades realizadas, na Fase II reunimos um grupo de jovens mães em contextos de vulnerabilidade social para conversar sobre experiências de gravidez e maternidade. Através de oficinas semanais, realizadas durante três meses, foi possível escutar suas demandas, disponibilizar informações sobre o tema e pensar estratégias de acesso a direitos e cuidados em saúde.

Alguns dos temas abordados foram: “Gênero e Afetividade”; “Educar sem Violência”; “Exercício da Maternidade e da Paternidade”; “Conflito com a Lei”; “Exercendo Direitos”; “Saúde da Mulher”; “Aleitamento”; “Primeiros Cuidados”; e “Sexo e Drogas”. As rodas de conversa foram pensadas de modo a estimular a participação das jovens nos debates e foram permeadas por dinâmicas e pela exibição de pequenos vídeos.

A Fase III do projeto Tô grávida, e agora? Vozes de jovens em contextos de vulnerabilidade é uma etapa de pesquisa que tem como objetivo principal pesquisar e analisar o perfil das adolescentes e jovens mulheres (12-24 anos) em situação de rua atendidas pela Associação Beneficente São Martinho nas regiões da Lapa e do Centro do RJ. Os objetivos específicos são:

1) Levantar o perfil das ocupações e dos locais de abordagem atendidos pela São Martinho;
2) Levantar o perfil das adolescentes e jovens (12-24 anos) moradoras desses locais;
3) Analisar demandas relacionadas ao universo da gravidez e da maternidade.

A coleta de dados acontecerá entre os meses de outubro e novembro de 2018 e a previsão é de que os primeiros resultados sejam publicados no primeiro semestre de 2019.
Essa é uma iniciativa importante já que reunirá informações, principalmente, sobre adolescentes e jovens que moram nas ocupações e invasões existentes nas regiões centrais da cidade, sobre as quais dispomos de poucas ou quase nenhuma informação.
Em 25 de setembro de 2018, aconteceu o curso de treinamento dos educadores sociais e outros profissionais que atuarão na pesquisa de campo da terceira fase do projeto.

Equipe
Coordenação: Irene Rizzini (DSS/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio)
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó (CIESPI/PUC-Rio)
Assistente de coordenação executiva: Claudia Mendes - CIESPI/PUC-Rio
Pesquisa
Renata Brasil (CIESPI/PUC-Rio)
Juliana Batistuta Vale (CIESPI/PUC-Rio)

Veja a metodologia e as metas em Ações 2018
Veja as ações desenvolvidas em Ações 2016 - 2017

ENTRE A CASA, AS RUAS E AS INSTITUIÇÕES: CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RUA E AS INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

(CNE, Cientista do Nosso Estado – Nº Processo FAPERJ/CNE. E-26/202.812/2017)

O projeto, realizado com o apoio da FAPERJ, sob a coordenação da professora Irene Rizzini, do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio e diretora do CIESPI/PUC-Rio tem como foco a análise da questão do acolhimento institucional destinado a crianças e adolescentes em situação de rua no Brasil, com um recorte sobre os serviços oferecidos no estado do Rio de Janeiro.

A pesquisa possibilitará desenhar a composição dos serviços de acolhimento institucional oferecidos para crianças e adolescentes em situação de rua no Brasil. Possibilitará, ainda, uma análise sobre as especificidades do estado do Rio de Janeiro, assim como a elaboração de subsídios para o aprimoramento das políticas, programas e ações relacionados ao tema em questão.

O projeto será desenvolvido em três frentes principais:

1 - Ampla revisão da produção acadêmica nacional, publicada entre 2000 e 2017, sobre o acolhimento institucional de crianças e adolescentes em situação de rua, bem como sua sistematização e análise.
2 - Estudo sobre as políticas, as normativas e os planos governamentais que versam sobre esse tipo de serviço no Brasil.
3 - Realização de uma pesquisa com foco sobre as unidades de acolhimento existentes no estado do Rio de Janeiro.

Equipe
Coordenadora: Irene Rizzini (Professora do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio e diretora do CIESPI/PUC-Rio)
Pesquisadora: Renata Brasil (Pesquisadora do CIESPI/PUC-Rio)
Bolsista: Mônica Regina de Almeida Figueiredo e Hanna Azevedo Coelho (Alunas do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio, Iniciação Científica (PIBIC/CNPq e PUC-Rio).

MONITORAMENTO DOS PROCESSOS DE PARTICIPAÇÃO INFANTIL EM POLÍTICAS E PROGRAMAS DE PROTEÇÃO À INFÂNCIA NO CANADÁ E EM ÂMBITO INTERNACIONAL

O projeto é desenvolvido em parceria com a Ryerson University, Canadá.

Internacionalmente, esforços de proteção a crianças e adolescentes nunca foram tão urgentes, seja em função da mudança climática, seja devido à crescente militarização e ao consequente aumento dos fluxos migratórios. Nesses contextos, crianças são geralmente as mais vulneráveis. A Convenção dos Direitos da Criança das Nações Unidas (1989) afirma que as crianças devem participar tanto na elaboração de leis nacionais e regionais quanto nos programas que visam promover seu bem-estar. No entanto, a maioria dos serviços de proteção às crianças e aos adolescentes apresenta uma abordagem hierárquica que não os inclui no processo de definição de suas políticas e práticas.

Certamente, esse processo excludente, que silencia as perspectivas de crianças e adolescentes sobre suas próprias vidas acaba limitando os resultados dos programas de proteção. Diante desse cenário, esse projeto busca explorar novas abordagens que possibilitem aprofundar a compreensão da participação infantil – e, consequentemente, sua implementação bem-sucedida – e um efetivo monitoramento dos sistemas de proteção da infância, além de subsidiar políticas e ações em âmbitos nacional e internacional.

Esta pesquisa visa contribuir para que adultos e instituições incluam as perspectivas de crianças e adolescentes nestes processos e tem como foco o monitoramento de sua participação no âmbito dos programas de proteção à infância.

O projeto engloba a atuação conjunta de pesquisadores brasileiros e internacionais. Nesse sentido, a International and Canadian Child Rights Partnership (ICCRP) foi criada para desenvolver uma parceria multisetorial. A equipe do projeto conta com 10 parceiros (ONGs internacionais e nacionais, instituições relacionadas à promoção dos Direitos Humanos, e instituições de pesquisa em 4 países) e 7 Universidades em 5 países. Tem, ainda o compromisso de contar com a participação de um comitê jovem que dialoga com a equipe de pesquisadores.

O estudo está sendo desenvolvido em 3 fases, com os seguintes objetivos:

1- Identificar conceitos de monitoramento de participação infantil no âmbito da proteção internacional à infância por meio da análise documental e de entrevistas;

2- Analisar e descrever contextos específicos de processos de monitoramento de participação infantil a partir de estudos de caso no Canadá, Brasil, China e na África do Sul;

3- Analisar as relações entre participação infantil e os impactos dos programas de proteção à infância.

A fim de alcançar esses objetivos, a estratégia metodológica adotada por essa pesquisa está fundamentada em estudos de caso em quatro países com a participação de crianças e atores-chave tanto no trabalho de campo quanto na análise dos dados.

Equipe

Coordenação internacional: Tara Collins – Ryerson University
Coordenação nacional: Irene Rizzini – DSS/PUC-Rio; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó – CIESPI/PUC-Rio

Pesquisa CIESPI/PUC-Rio:
Jana Tabak – IRI/PUC-Rio
Eduarda Sampaio
Thaís de Carvalho

Ações 2017.

CONTRASTES: INFÂNCIA E CIDADE - METODOLOGIAS DE ESCUTA

Ao longo de seus 30 anos, o CIESPI/PUC-Rio desenvolveu metodologias de escuta de sujeitos envolvidos em seus mais diversos projetos. Alguns dos elementos disparadores tem sido: objetos lúdicos, fotografias, vídeos, cartografias, entre outros.

O projeto Contrastes: Infância e Cidade - metodologias de escuta e participação surgiu da observação de fotografias que compõem a exposição Crianças no Rio de Janeiro: Contrastes realizada pelo CIESPI/PUC-Rio e a Universidade de Østfold, Noruega, e das discussões no GT de Implementação do Plano Municipal pela Primeira Infância, instituído no CMDCA. Nesse âmbito, a necessidade de desenvolver metodologias de escuta, que garantam o direito de participação de crianças e adolescentes na formulação de políticas públicas, intensifica-se.
A proposta é estruturar uma metodologia, por meio de experimentações em grupos, utilizando elementos disparadores da convivência que acionam conversas e escuta participativa. A estratégia adotada tem como base a realização de oficinas de criação que partem de silhuetas de gestos de crianças, retiradas de fotografias, para que sejam desenvolvidos desenhos e relatos que revelem vivências e olhares sobre a cidade onde se habita.

Veja aqui: Folder Contrastes

Leia o artigo: Olhares das crianças sobre suas cidades: reflexões sobre aportes metodológicos.

Assista ao vídeo: Contrastes: infância e cidade.

Perspectivas e ações 2018

Para o ano de 2018, a proposta é ampliar a parceria com a Universidade de de Østfold, desenvolvendo oficinas com alunos de 8 a 12 anos, em uma escola particular, também localizada nos arredores da Rocinha. Ao final da nova experiência, pretende-se promover um encontro entre alunos das escolas participantes em 2017 e 2018 para a realização de vídeo com depoimentos sobre o projeto, filmado e protagonizado pelo grupo de estudantes.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - PUC-Rio/DSS; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Assistente de coordenação executiva: Claudia Mendes - CIESPI/PUC-Rio
Pesquisa e dinamização: Cristina Laclette Porto - CIESPI/PUC-Rio
Pesquisa e dinamização: Nathercia Lacerda - CIESPI/PUC-Rio

2016-2017

Em 2016-2017, as parcerias contaram com os profissionais e com alunos de instituições públicas e comunitária localizadas na cidade do Rio de Janeiro. Escola Municipal Luiz Delfino de ensino fundamental 1 (Gávea), Escola Municipal Júlia Kubitschek de Educação Infantil (Horto) e Creche ASPA – Ação Social Padre Anchieta (Rocinha).

Visite a galeria de mosaicos.

CENTRO LÚDICO ROCINHA - PONTO DE CULTURA

O Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha (mais conhecido como Centro Lúdico da Rocinha) é um Ponto de Cultura criado e desenvolvido através da parceria entre o CIESPI /PUC-Rio – e profissionais e jovens da Rocinha, atuantes nas áreas da cultura, da educação e da saúde. Tem como objetivo construir, de forma coletiva, um espaço de discussão e ação que valorize a história, a memória, a cultura e a prática educacional da Rocinha, tendo a ludicidade e a liberdade de criação como eixos.

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Perspectivas e ações 2018

A equipe inicia a terceira etapa do projeto que inclui rodas de prosa, rodas de brincar, edição de vídeos de curta duração a partir do material audiovisual já digitalizado e a confecção de objeto lúdico.
Nesse ano de 2018, intensifica-se a participação no Fórum dos Pontos de Cultura RJ com vistas à aprovação da Lei Cultura Viva do Estado do Rio de Janeiro, em pauta para votação na Assembleia Legislativa RJ, e nos debates relativos aos programas culturais dos pré-candidatos às eleições.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - PUC-Rio/DSS; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Assistente de coordenação executiva: Claudia Mendes - CIESPI/PUC-Rio

Coordenação técnica: Nathercia Lacerda - CIESPI/PUC-Rio
Articulação Político-Cultural: Antonio Carlos Firmino - CIESPI/PUC-Rio
Mediação Cultural Rocinha: Lucas Pablo Silvestre de Oliveira
Mediação Cultural Rocinha: Maria da Paz Macedo Pereira
Mediação Cultural Rocinha: Maria Marta Diniz da Silva

Histórico

Desde 2005 faz parte do Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura. Com participação ativa no Fórum dos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro, atua no sentido da valorização das práticas cotidianas, enquanto produtoras de ações coletivas desenvolvidas com base na solidariedade, que possam influenciar políticas que respondam às questões locais e também da cidade como um todo. Nessa rede nacional, atua para que a política de cultura seja integrada com as demais áreas, seja contínua e que tenha alcance e impacto mais amplos, contemplando a defesa e a garantia dos direitos.
Em 2014, passa a fazer parte da Rede Carioca de Pontos de Cultura com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura.

Ações 2017

Ações 2016

LUDICIDADE DA MEMÓRIA - PONTO DE MEMÓRIA

O CIESPI PUC-Rio tornou-se um Ponto de Memória em 2012 através do EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N° 9, de 13 DE OUTUBRO DE 2011 PRÊMIO PONTOS DE MEMÓRIA 2011. A partir de então, passou a desenvolver a linha de ação e pesquisa intitulada “Ludicidade da memória”. Ao longo dos anos, desenvolve diferentes atividades que promovem um diálogo permanente entre a memória e a ludicidade. A opção pela montagem de exposições tem sido o principal canal para a interação com o público, abordando diferentes temas. A participação na Rede de Pontos de Memória e na Rede de Museologia Social tem sido permanente.

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Em 2018, o projeto Ludicidade da Memória terá especial conexão com o projeto Rocinha Lúdica através do processo de realização de 3 vídeos que abordarão temas como: memória da água na Rocinha, o samba que canta a Rocinha e caminhadas brincantes.

Equipe

Coordenação: Irene Rizzini - PUC-Rio/DSS; CIESPI/PUC-Rio
Coordenação executiva: Maria Cristina Bó - CIESPI/PUC-Rio
Pesquisa / Articulação comunitária
Nathercia Lacerda - CIESPI/PUC-Rio
Antônio Carlos Firmino – CIESPI/PUC-Rio

Histórico

O projeto Ludicidade da Memória: práticas museais no Horto e na Rocinha objetiva compartilhar o percurso realizado pelo CIESPI através dos projetos Rede Brincar e Aprender e Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha, desenvolvidos em parceria com pessoas e instituições de quatro comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro – Rocinha, Horto, Santa Marta e Mangueira de Botafogo. Destacamos que na Rocinha e no Horto as ações ligadas a brinquedotecas comunitárias desencadearam práticas museais que deram suporte para a criação do Museu Sankofa e do Museu do Horto. A intenção é valorizar um processo que vem aglutinando pessoas, histórias, práticas colaborativas e memórias que propiciaram a criação de um acervo de brinquedos, imagens, depoimentos e relatórios construídos na convivência com grupos locais.

Ações 2017

Ações 2012 a 2016